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Homem na Lua: 40 anos


Em 20 de julho de 1969, os astronautas americanos Neil Armstrong e Edwin "Buzz" Aldrin se tornaram os primeiros seres humanos a caminhar na Lua. Depois deles, mais 10 astronautas, todos dos EUA, exploraram a superfície lunar


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Como funciona
a Nasa

Como funciona o
ônibus espacial


Como funciona a Lua

Durante milhares de anos as pessoas olharam para a Lua, imaginando o que haveria por lá. Em 1969, um astronauta pisou nela. O que há de especial na Lua? Do que ela é feita, e por que ela se mostra de maneira diferente conforme mudam suas fases?



Como funcionarão
os robonautas

Como funcionava
a Apollo



STS-132 Shuttle Mission Imagery

"ENERGIA NUCLEAR"


Controle das reações nucleares para a obtenção de energia.


Isótopos de alguns elementos apresentam a capacidade de, através de reações nucleares, emitirem energia. Nas reações ocorre uma transformação de massa em energia. A reação nuclear modifica a composição do núcleo atômico de um elemento, podendo transformar-se em outro . Isto ocorre espontaneamente em alguns elementos, em outros é necessário provocar a reação mediante técnicas de bombardeamento de nêutrons.



Existe duas formas de aproveitar a energia nuclear.


A fissão nuclear.
Onde o núcleo atômico se subdivide em duas ou mais partículas.


A fusão nuclear.
Onde dois núcleos atômicos se unem para produzir um novo núcleo.


A fissão nuclear do urânio é usada em países como a França, Japão, Estados Unidos, Alemanha, Brasil, Suécia, Espanha, China, Rússia, Coreia do Norte, Paquistão e Índia, A principal vantagem da energia nuclear obtida por fissão é a não utilização de combustíveis fósseis, não lançando na atmosfera gases tóxicos, e não sendo responsável pelo aumento do efeito estufa.

As centrais nucleares foram projetadas para uso duplo: civil e militar. A produção de plutônio propiciou o surgimento de grandes quantidades de resíduos radioativos que devem ser enterrados convenientemente, sob fortes medidas de segurança, para evitar a contaminação radioativa do meio ambiente.


As novas centrais nucleares utilizam o tório como fonte de combustível adicional para a produção de energia ou decompõem os resíduos nucleares em um novo ciclo denominado fissão assistida.

Os defensores da utilização da energia nuclear como fonte energética consideram que estes processos são, atualmente, as únicas alternativas viáveis para suprir a crescente demanda mundial por energia ante a futura escassez dos combustíveis fósseis. Consideram a utilização da energia nuclear como a mais limpa das existentes atualmente.



Energia de fusão

A energia de fusão está em fase experimental, existindo incertezas quanto a sua viabilidade técnica e econômica.

O processo baseia-se em aquecer suficientemente núcleos de deutério até obter-se o estado plasmático. Neste estado, os átomos de hidrogênio se desagregam permitindo que ao se chocarem ocorra entre eles uma fusão produzindo átomos de hélio. A diferença energética entre dois núcleos de deutério e um de hélio será emitida na forma de energia que manterá o estado plasmático com sobra de grande quantidade de energia útil.

A principal dificuldade do processo consiste em confinar uma massa do material no estado plasmático já que não existem reservatórios capazes de suportar a elevada temperatura.

Outro meio é a utilização do confinamento magnético.

Confinamento magnético: Consiste em manter o material que irá fundir num campo magnético enquanto se tenta alcançar a temperatura e pressão necessárias. Uma forte corrente eléctrica passa através do hidrogénio para o aquecer e formar um plasma, enquanto um campo magnético comprime o plasma e o impede de tocar nas paredes. Mesmo que toque no recipiente, não existe perigo, já que só são aquecidas quantidades muito pequenas de hidrogénio; as paredes arrefecem o plasma mais do que o plasma aquece as paredes.